Helena, nao sei de onde vc tirou a idéia de que eu tive azar no último post. No fim das contas, tivemos é sorte com muitas coisas. Meu maior azar eu nem escrevi. Por conta do atraso no onibus, eu nao vi a Anto, que saiu de Bariloche poucos minutos antes de eu chegar (quem nao entendeu essa parte, é pq nao vem acompanhando o blog, entao ignore ou leia vários tópicos anteriores, vc decide).
Mas saindo dos comentários e voltando a realidade, finalmente nos livramos do Juan. No dia 25, ele pegou um voo pra Buenos Aires. Algumas horas antes, mais precisamente as 18h00, pegamos um trem que vai de Bariloche até San Antonio Oeste (ou seja, dos Andes até a costa atlantica). Aliás, poderia dizer que nos livramos do Juan num momento crucial, que seria marcado por chiliques inimagináveis.
Por falar em chiliques, pouco depois que escrevi o post, fomos prum pub. As 5 da manha, +-, voltamos pro hostel e tem uma mina dormindo na minha cama. Infelizmente ela nao parecia disposta a compartilhar-la comigo, entao tive que dormir com o Juan msm, padrao conchinha 69. Parece q a gerente destrambelhada do hostel se confundiiu, achou q ela tinha ido embora e nao foi. O Juan já tava querendo mudar de lugar, mas minha preguica e diplomacia me impediram de procurar outro entao ficou por isso mesmo (no final, rolou um desconto de 30 conto pra esse dia - a diária é 45).
Sò pra continuar no tema baladas em Bariloche (que é a Porto Seguro dos formandos argentinos), na terca fomos pra dois bares e quarta e quinta já nao fui a nenhum lugar. Peguei minha gripe mais forte dos últimos anos, incluindo febre alta. Perguntem ao China e ao Juan como foram as baladas. De dia tivemos coisas legais e roubadas, só é uma pena q saio daqui sem entrar num lago patagonico por causa da gripe...
Voltando ao trem, a viagem estava indo bem, até as 3h da manha, quando comeca a chover no deserto paragonico (pra quem nao le esse blog constantemente, já tive outras experiencias com chuva em desero por aqui -acho q sou a solucao para as secas do mundo). A via de trem inundou, nao dava pra passar e eu e o Chines ficamos numa cidadezinha nomeio da Patagonia, que nao tinha nem banca de jornal, por 10 horas. Finalmente, com 11 horas de atraso, depois de comer muita poeira, dormir no chao do trem (o assento era tao reclinável qto um muro), chegamos podres a San Antonio Oeste as 18 horas. O próximo onibus a Puerto Madryn só saía as 2h da manha.
Ficamos um tempo na cidade, que tem uma maré bizarra (seca td na maré baixa, nem dá pra ver onde comeca o mar - em breve fotos) e chegamos a Purto Madryn as 6h da manha. Em 2h, arranajmos um hostel pra ficar e uma excursao pra ver leoes marinhos, pinguins, elefantes marinhos, orcas, golfinhos, guanacos, tatus, zorros, uns roedores gigantoes e mtas outras coisas na Península de Valdéz, alèm de fazer um pouco de mergulho liver em águas geladíssimas. Muito bom! Infelizmente, pro causa da maré, nao estávamos na hora certa no lugar certo pra ver as orcas invadirem a praia pra comer filhotes de leao marinho, entao elas e os golfinhos ficaram de fora do tour.
Amanha, vamos a uma colonia de 700 mil pinguins e umas cidades fundadadas por galeses aqui na Patagonia. E aí a sociedade termina. As 10h da noite o China vai pra Buenos Aires e no dia seguinte de manah eu vou pra Córdoba, de onde eu escrevo o próximo post.
Hasta.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
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